Luto
Fecho os olhos de saudade
Tenho tido muita coisa
Menos a felicidade
Em versos tristes que invento
Nem aquilo a que me entrego
Já me dá contentamento
Sendo claro, feito o dia
Mas nada do que me dizem me faz sentir alegria
Eu só queria ter do mato
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros
E esconder minha tristeza
E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza...
E deixemos de coisa, cuidemos da vida
Senão chega a morte
Ou coisa parecida
E nos arrasta moço
Sem ter visto a vida
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
São as águas de março fechando o verão
É promessa de vida em nosso coração.






Que gusto es pasar a disfrutar de tus post..
Maravillosa poesía nos acompaña siempre en tu blog..
Un abrazo
Con mis
Saludos fraternos de siempre...